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Abstract

No presente artigo, pretendemos traçar, a partir de uma trajetória individual, uma interpretação acerca de determinada práticas vinculadas ao poder político no âmbito do governo-geral do Brasil, sobretudo quanto à articulação entre ser cabeça política, e o exercício da justiça com autonomia relativa, que era própria dos oficiais régios, sobretudo dos governadores-gerais. A investigação partirá de um panegírico fúnebre, escrito no século XVII, na Bahia, dedicado ao falecido governador-geral, Afonso Furtado. Dessa maneira, partiremos da análise do documento para entender o modo pelo qual determinados fundamentos políticos e sociais relacionados ao exercício da justiça aparecem ao longo do discurso do panegirista.

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